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A Outra Metade

os verdadeiros retratos conseguem transmitir o estado de alma do retratado. Para isso não basta olhar para a pessoa e desenhar o que se vê. É preciso conhecê-la, conviver com ela, deixá-la à vontade para que, enquanto está a posar para o artista, o seu rosto ou o seu corpo esteja perfeitamente normal, sem tensões ou trejeitos forçados.
Há quem defenda que para desenhar bem uma mulher não basta olhar para ela. É preciso conhecer-lhe o 'interior'.
E há quem leve essa teoria demasiado à letra.

e o dia hoje a partir das 20.00 vai ser tão violento que até dói... :-/

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Anita ou a tradição já não é o que era



No seguimento dos comentários com o Retorta aparece então aqui um exemplo de como, na minha opinião, as traduções foram 'adocicadas' para agradar ao Estado Novo. Quem é que se lembraria de numa festa de aniversário pôr a tocar uma marcha militar? E o dizer que isso não é para meninas só aumenta o simbolismo viril de quem está destinado a ír combater para as colónias. Em contrapartida toca-se 'um vira', muito mais feminino e remetendo-as ao seu lugar de donas de casa mais preocupadas com as ligeirezas da vida.

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A rodar...: Bolero - Ravel

Anita ou a tradição já não é o que era



Como é boa a vida no campo, dizia-nos a Anita.
Vejam bem como é que se dão cambalhotas no jardim. Atentem bem no rapazote todo lampeiro que a vai ajudar porque sozinhos é sempre mais dificil dar cambalhotas.

Que prazer rebolar na relva

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Tô...: green
A rodar...: Supergrass - feel alright

Anita ou a tradição já não é o que era




searas, verdes prados, formigueiros, pedrinhas, sol radiante, rio sinuoso. Que fofura.


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Tô...: surprised
A rodar...: is this the world we created?

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