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http://portugalrebelde.blogspot.com/2009/07/hip-hop-sinfonico-casa-da-musica.html
Num concerto invulgar, a Orquestra Nacional do Porto e alguns dos principais rappers portugueses partilham o palco da Praça da Casa da Música.
Este encontro entre o hip-hop e a música sinfónica não vai limitar-se a samples manipulados por DJs.
A música de Mahler, Chostakovitch, Stravinski ou Rimsky-Korsakov é tocada ao vivo por partituras, essas sim, manipuladas pelos arranjos do alemão Miki.
No palco está ainda uma banda de apoio com bateria, percussão, baixo, guitarra, teclados e vozes. Os solistas convidados são bem conhecidos no meio hip-hop português: Sam The Kid, NBC e New Max, para além do convidado internacional Ono.
17 de Julho - Casa da Música, Praça (22.00h)
www.casadamusica.com
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http://portugalrebelde.blogspot.com/2009/07/rodrigo-leao-mae_14.html  Rodrigo Leão e o Cinema Ensemble actuam no próximo Sábado em Salónica, Grécia. O compositor e a sua banda fazem parte do elenco do SANI Festival, um importante evento organizado pela estância de luxo Sani Resort e que contempla várias áreas musicais, nomeadamente a World Music, a Música Clássica e o Jazz. Rodrigo Leão viu o seu novo trabalho ser galardoado com o disco de ouro menos de uma semana depois de ser editado. O álbum "A Mãe" permanece há duas semanas no primeiro lugar do Top Nacional de Vendas.
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http://youandmeonajamboree.blogspot.com/2009/07/ken-parker-key-very-rare-album.html [ Very Rare ] Ken Parker é a melhor explicação para o tipo de vocal que é chamado de 'Soulful' Derivado do estilo Gospel, cantado com a alma, também fica bem representado por Pat Kelly, Slim Smith e John Holt. Se me perguntarem qual cantor jamaicano que mais ouço, diria Toots e Ken Parker. Muitos conhecem apenas três álbuns de sua carreira , no qual, podiam se resumir apenas a um compilado 'the best of' das músicas de 1967-73 lançado pela Trojan Records em 2003. Quem já tem esse... ótimo!. Esse aqui é apenas um complemento para quem já conhece a fase de ouro de Ken Parker. Neste álbum, já é possível ver a passagem para uma pegada mais eletrônica, que cria uma certa 'artificialidade', mas sua voz continua a chamar a atenção pela suavidade que chega a hipnotizar. Quem não conhece os outros trabalho, aconselho a clicar 'aqui' e conferir os outros álbuns de Ken Parker. 01. So In Love With You 02. Rainy Night In Georgia 03. I Need To Belong To Someone 04. The Key, You Hold The Key To M 05. Time Passes By 06. Cheating On Me 07. Sea Of The Heartbreak 08. I Have To Say Goodbye 09. Long Long Winter 10. Something Good Is Going On DOWNLOADThanks Azaria!
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http://www.planeta-pop.com/2009/07/post-it-ainda-o-alive09em-jeito-de.html + | LYKKE LI (a versão de "Knocked Up", dos KINGS OF LEON, foi assombrosa. O resto também...) | KLAXONS (os novos temas deixaram água na boca...) | TV ON THE RADIO (grandes!) | FISCHERSPOONER (mesmo com playback instrumental, Mr. Casey Spooner trouxe ao Alive!09 um dos espectáculos mais elaborados e inteligentes de todo o festival. Mereciam outro palco. They Are Electric!) | THE TING TINGS (provavelmente, melhores ao vivo que em disco) | THE PRODIGY (o novo álbum pode ser um tremenda bosta, mas em cima de um palco, os "velhotes" ainda mexem e dão lições de rebeldia...ensaiada) | X-WIFE | OS GOLPES | DOES IT OFFEND YOU, YEAH? | THE GLASLIGHT ANTHEM _
| TODO O 1º DIA NO PALCO PRINCIPAL FOI TENEBROSO. NEM OS METALLICA SE SAFARAM... (que me perdoem os fãs de metal) | CHRIS CORNELL (que desperdício de voz. Valeram as "velharias"...) | A SILENT FILM (boring!) | DAVE MATHEWS BAND (rock balofo, sensaborão e inócuo. Um dos concertos mais chatos a que tive o prazer de não assistir...)
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http://1001albums.blogspot.com/2009/07/903.html 903. The Doves - Lost Souls (2000)

Track Listing
1. Firesuite 2. Here It Comes 3. Break Me Gently 4. Sea Song 5. Rise 6. Lost Souls 7. Melody Calls 8. Catch The Sun 9. Man Who Told Everything 10. Cedar Room 11. Reprise 12. House
Review
It is good to see an album coming out of Manchester that has kind of broken free of the whole Brit-Pop thing. Fortunately by now the whole phenomenon was moribund and while some good stuff came out of it (Pulp and Blur) a lot of crap also spawned from it.
The Doves move in a more retroy way. There is a more rockish feel but also a more psychedelic one, this is overall positive. However the album just isn't that amazing. It is perfectly all right but frankly it leaves me a tad cold.
At least they are not Oasis, although there is a clear influence as well as from Suede and even the Manic Street Preachers and the Foo Fighters. In the end it is a competent album that does its job but fails to wow.
Track Highlights
1. The Sea Song 2. Firesuite 3. Catch The Sun 4. The Man Who Told Anything
Final Grade
8/10
Trivia
From Wikipedia:
The album was nominated for the Mercury Music Prize in 2000, but lost out to Badly Drawn Boy's The Hour of Bewilderbeast. The band had previously played as Badly Drawn Boy's backing band, having played on the Badly Drawn Boy songs "Pissing in the Wind" and "Disillusion," as well as Badly Drawn Boy's 1999 non-album single "Road Movie.
The Sea Song:
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http://sound--vision.blogspot.com/2009/07/vila-do-conde-de-novo-realidade.html O "Curtas" de Vila do Conde expôs o curioso balanço entre artifícios (técnicos) e realismos (dos olhares) — este texto foi publicado no Diário de Notícias (12 de Julho), com o título 'A realidade do cinema em Vila do Conde'.
Que faz com que um filme nos provoque alguma sensação de realidade? E isto, entenda-se, no sentido mais básico: que faz com que um filme nos leve a reconhecer algo, ou alguma coisa, das nossas experiências individuais e sociais? Pensando na vasta oferta da 17ª edição do Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde, importa lembrar alguns títulos, no mínimo curiosos, por vezes assombrosos, apostados em lidar com tais interrogações. E, por vezes, das formas mais insólitas e desconcertantes. O português Tony, de Bruno Lourenço, será o mais bizarro desses exemplos. É pena que por ele perpasse esse misto de ligeireza e indiferença que provém em linha directa de algum “humor” de raiz televisiva, apenas interessado no ridículo potencial das figuras humanas. Seja como for, Tony tem o mérito de tocar numa ferida antiga da produção cinematográfica portuguesa: a da dificuldade de convocar o espectador através de referências genuinamente nacionais. Ora, trata-se de filmar um espectáculo de “karaoke” (em boa verdade, apenas a sua preparação) cujos participantes imitam figuras emblemáticas da tradicional canção portuguesa: Tony de Matos, Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, etc. Dir-se-ia que é uma parada de simpáticos “monstros”, enredados nas caricaturas que assumem. Ao mesmo tempo, no artifício em que tudo aquilo acontece, emerge uma verdade que nos remete, de facto, para uma realidade exclusivamente nossa. Esperemos que Tony encontre difusão adequada.  O caso limite visto em Vila do Conde (a meu ver, uma das obras-primas do certame) dá pelo nome de Logorama, desenho animado francês, com assinatura de François Alaux, Hérvé de Crécy e Loudovic Houplain, membros do colectivo H5, um estúdio especializado em infografia e animação digital, responsável por alguns magníficos telediscos de Alex Gopher, Röyksopp, Massive Attack, Goldfrapp, Etienne Daho ou Playgroup [ver clip em baixo]. Nos seus alucinantes 16 minutos, Logorama pode resumir-se como uma típica acção de filme policial, com um bandido à solta nas ruas de Los Angeles, uma perseguição de automóveis, uma situação de reféns e, por fim, um devastador tremor de terra. Seria uma variação mais ou menos conhecida sobre modelos correntes do thriller, não se desse o caso de tudo ser figurado a partir de logótipos publicitários. E quando digo tudo, peço que o leitor entenda que é mesmo tudo, sem excepção: os prédios, os automóveis, os objectos do quotidiano e, por fim, as próprias personagens, não há nada que não seja desenhado a partir de referências explícitas a marcas dos mais variados produtos (companhias de telefones, hiper-mercados, bebidas, jogos de computadores, clubes de vídeo, etc., etc., etc.). Dir-se-ia que percebemos que o nosso mundo existe, todo ele, como uma imensa galáxia de painéis publicitários. E isso, de algum modo, é realista. Fica, assim, uma lição paradoxal desta semana de cinema em Vila do Conde: até certo ponto, é inevitável reconhecer que o desenvolvimento das bases tecnológicas do cinema tem tanto de fascinante como de artificioso; ao mesmo tempo, esse desenvolvimento gera uma espécie de “nostalgia” de alguma intensidade realista. Como é fácil perceber, são questões cruzadas e incontornáveis de curtas e longas metragens. >>> Teledisco de Number One (2001), da banda britânica Playgroup — uma criação do estúdio H5.
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http://anovamusicaportuguesa.blogspot.com/2009/07/paredes-de-coura.html  Já anda por aí o cartaz do festival Paredes de Coura. Este ano, o cartaz está cheio de nomes conhecidos. Entre as bandas portuguesas estarão presentes no palco principal os Sean Riley And The Slowriders, Foge Foge Bandido, Sizo ou Mundo Cão, entre outros (confere o programa completo em baixo). Falta ainda conhecer o programa do "Palco Jazz na Relva". As bandas distribuir-se-ão por três palcos e haverá ainda projecção de cinema. Confere em baixo o cartaz com os links para os projectos portugueses presentes. 29 de Julho (Quarta)Palco Paredes de Coura:- Patrick Wolf (Reino Unido) - The Strange Boys (EUA) - Sean Riley And The Slowriders (Portugal) - Bons Rapazes (Portugal) 30 de Julho (Quinta)Palco Paredes de Coura:- Franz Ferdinand (Escócia) - Supergrass (Reino Unido) - The Horrors (Reino Unido) - The Pain Of Being Pure At Heart (EUA) - The Temper Trap (Austrália) Palco After Hours:- Chew Lips (Reino Unido) - Holy Ghost (EUA) 31 de Julho (Sexta)Palco Paredes de Coura:- Nine Inch Nails (EUA) - Peaches (Alemanha) - Portugal The Man (EUA) - Blood Red Shoes (Reino Unido) - Mundo Cão (Portugal) Palco After Hours:- Kap Bambino (França) - Punks Jump Up (Reino Unido) 1 de Agosto (Sábado)Palco Paredes de Coura:- The Hives (Suécia) - Jarvis Cocker (Reino Unido) - Howling Bells (Reino Unido) - The Right Ons (Espanha) - Foge Foge Bandido (Portugal) Palco After Hours:- Sizo (Portugal) - Nuno Lopes (Portugal) Todos os dias há ainda o "Palco Jazz na Relva" com vários projectos portugueses presentes. No entanto, até ao momento, o programa não é ainda conhecido. Sabe-se, contudo, que os concertos terão início pelas 16h30. Para mais informações vai a: http://www.paredesdecoura.com/
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http://ohomemquesabiademasiado.blogspot.com/2009/07/o-verdadeiro-recorde-musical.html  582 bateristas bateram o recorde, hoje, do maior número de bateristas a tocar ao mesmo tempo. O anterior situava-se nos 533 bateristas, alcançado há três anos nos EUA. Amadores, profissionais, jovens e velhos, homens e mulheres, juntaram-se no Birmingham National Indoor Arena para, basicamente, tocar durante 10 minutos. Uma enorme batucada, está bem de ver (e ouvir). Estes recordes são sempre um pouco parvos e sem grande impacto (quanto a mim). Um verdadeiro e original recorde seria, como um dia pensou o compositor John Cage, desafiar nove orquestras a tocar, cada uma delas, uma das nove sinfonias de Beethoven. Simultaneamente, claro. Segundo este espírito do visionário Cage, gostaria de ter visto este recorde dos 582 bateristas a tocar, ao mesmo tempo, com 582 guitarristas de heavy-metal, 582 pianistas de jazz, 582 baixistas de reggae, 582 teclistas de música "new age", 582 cantores da canto gregoriano, 582 Djs de tecno minimal e 582 dançarinas de dança do ventre. A isto sim, chamar-se-ia, com propriedade, um verdadeiro recorde.
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http://sound--vision.blogspot.com/2009/07/o-novo-corpo-cibernetico-13.html O site Worth1000, fundado em 2002, tem como matéria principal a fotografia e tema de eleição o morphing de imagens. Recentemente, promoveu um concurso de 'Celebrity Cyborgs'.Curiosamente, o novo corpo cibernético funciona ainda a partir de um pressuposto antigo de desnudamento. Como se pode verificar por esta Kate Moss que se despe, algo das imagens — ou do modo como as olhamos — anseia por conservar essa ansiedade primitiva, utopicamente libertadora, que ligamos à exposição da pele. Mais do que isso: à candura de a expor, aceitando o olhar do outro. Mas que acontece quando a pele já não é a derradeira barreira deste striptease existencial? De que falamos — ou que contemplamos — quando o corpo se transfigurou em máquina, a ponto de o mais secreto das suas vísceras ter dado lugar à frieza sedutora do metal? Entramos, assim, no território de um novo sistema de pudor. Já não se trata de, pela moral colectiva ou individual, definir protocolos de acesso ao corpo — como tocá-lo? Face a esta nudez escancarada e perfeita, nenhuma troca é possível — aquele corpo não é para ser tocado. Se o romantismo nos ajudava a lidar com a solidão primordial do ser, agora já não nos podemos dar ao luxo de ser românticos. A beleza tornou-se literalmente intocável, a ponto de a imagem dispensar a carnalidade do corpo.
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http://sound--vision.blogspot.com/2009/07/contemporaneos-eu-nunca-vi-um-homem-nu.html  Com as suas entrevistas de rua, conduzidas por Bruno Nogueira, Os Contemporâneos inventaram uma espécie de anti-formato televisivo, por certo de existência limitada, mas nem por isso menos acutilante e sugestivo. Apetece dizer que é qualquer coisa que está para além dos "apanhados" e do seu continuado menosprezo pela natureza humana. Mas tal definição não basta: num certo sentido, estamos aquém desses mesmos "apanhados", num espaço de comunicação em que todos os erros, ingenuidades e imprecisões se expõem numa desordem ordenada que, tal como nos sonhos analisados por Freud, nos confronta, em última instância, com os sentidos latentes de uma verdadeira narrativa. Do programa do dia 12 de Junho (por certo um dos melhores de sempre de Os Contemporâneos), ficará para a história a simpática senhora de 72 anos — com o seu irresistível cãozinho com medo do microfone — que, num riso desconcertante e evasivo, acabou por confessar: "Eu nunca vi um homem nu." Como se pode ver pelas imagens em baixo, num misto de crueldade e ternura, o programa transformou a sua confissão em ficção espontânea (com a mesma lógica com que falamos de combustão espontânea). O resultado está para além de todos os códigos de todo o humor que, actualmente, se pratica na televisão portuguesa — é um quadro vivo de um viver lusitano em que o humor mais angelical se confunde com uma tristeza seca, insolitamente desprovida de mágoa. De facto, e muito ao contrário do que nos ensina a cultura pornográfica de concursos, telenovelas e imprensa cor de rosa, a nudez não é o limite de coisa nenhuma, muito menos uma revelação de qualquer transcendência existencial. Não passa de outra maneira de vestirmos aquilo que somos, e também de, melhor ou pior, lidarmos com o que julgamos ser. Fica o riso cristalino da senhora, pontuado pelo pânico de um cãozinho apanhado numa história que para ele, suprema alegria, permanece sem nexo.
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http://portugalrebelde.blogspot.com/2009/07/marca-x.html  Já chegou às livrarias "A Marca X - Um Tributo à Fidelização". Tata-se de uma reflexão sobre a marca X. "A Marca X" pretende incutir optimismo na sociedade e economia Portuguesas, através de um exemplo real de sucesso como são os Xutos & Pontapés. "Exemplo de perseverança, com vários ciclos ao longo de 30 anos, os Xutos & Pontapés são hoje definitivamente, para além de uma banda rock, uma Marca Nacional de excelência, com que milhares de portugueses se identificam, se associam e se fidelizam, álbum após álbum, concerto após concerto. Os Xutos & Pontapés nasceram com objectivos, referências e naturalmente com o sonho de tocar rock n’ roll, de ter os seus fãs... em suma, satisfazer necessidades. Tudo, tal e qual como em qualquer organização com ou sem fins lucrativos. A história e evolução dos Xutos, num mercado como o da indústria discográfica e o impacto nacional que obtiveram a vários níveis é hoje, sem dúvida, uma referência para qualquer Marca, ainda para mais quando a esperança média de vida de uma empresa é de 25 anos. Face a este percurso de 30 anos, os Xutos & Pontapés são um exemplo para Portugal. Tornaram-se perpétuos, e essa perpetuidade manifesta-se para além de quando se opina sobre determinada banda e respondem: “É estilo Xutos”.
O livro é da autoria de Fernando Barros e Sílvia Pouseiro.
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http://sound--vision.blogspot.com/2009/07/striptease-ma-non-troppo.html  Na secção de videos musicais do "Curtas" de Vila do Conde, o júri (Álvaro Costa, João Faria e Fernando de Sousa) premiou o magnífico Toe Jam, do colectivo The BPA (The Brighton Port Authority), com Dizzee Rascal & David Byrne. É um alegre número de dança que cita as coreografias do lendário Busby Berkeley, não sem acrescentar algumas derivações que o YouTube, na sua magnânima pureza, considera como eventualmente "impróprias para menores". Em todo o caso, como podem verificar, este é um striptease rigorosamente vigiado. Mais chocante, por certo, é a variação realizada por um fã da banda. Desta vez, a dissolução de costumes chegou às imaculadas personagens de South Park. Aqui fica o resultado, não sem cumprirmos a obrigação de alertar as sensibilidades mais delicadas.
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