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http://abrupto.blogspot.com/2009/07/early-morning-blogs-1590-hotel.html EARLY MORNING BLOGS 1590 - Hotel Lautréamont 1. Research has shown that ballads were produced by all of societyworking as a team. They didn’t just happen. There was no guesswork.The people, then, knew what they wanted and how to get it.We see the results in works as diverse as “Windsor Forest” and “The Wife of Usher’s Well.”Working as a team, they didn’t just happen. There was no guesswork.The horns of elfland swing past, and in a few secondswe see the results in works as diverse as “Windsor Forest” and “The Wife of Usher’s Well,”or, on a more modern note, in the finale of the Sibelius violin concerto.The horns of elfland swing past, and in a few secondsthe world, as we know it, sinks into dementia, proving narrative passé,or in the finale of the Sibelius violin concerto.Not to worry, many hands are making work light again.The world, as we know it, sinks into dementia, proving narrative passé.In any case the ruling was long overdue.Not to worry, many hands are making work light again,so we stay indoors. The quest was only another adventure.(John Ashbery)
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http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/456056.html Ontem começámos as filmagens das cenas do apartamento de A Bela e o Paparazzo, que são particularmente divertidas porque mostram a interacção daqueles que já ontem andavam a ser rotulados como "os Três Estarolas" - ou seja, as personagens do Marco d'Almeida, do Pedro Laginha e deste que se assina. Vivemos os três numa casa, implicando e gozando generosamente uns com os outros, e ontem o Marco resumia de forma bastante clara o que ali se passa: "Este é o apartamento em que eu vou para a cama com a Soraia, o Laginha vai para a cama com japonesas e tu...--> (gesto inequívoco com a mão)". Uma coisa que faço no apartamento, e que ontem fiz com fartura foi estar deitado num sofá com o comando na mão a ver TV - trabalho duríssimo de actor! Estava nessa bonita postura quando o Tino Navarro, o produtor, veio visitar as filmagens. É sempre uma sensação estranha, quando um patrão nos apanha estirado num sofá com o comando na mão a ver TV, mas tenho esperança de que ele se tenha lembrado que aquilo faz parte da personagem - até porque a minha vida já não me permite, há pelo menos um mês e pouco, estar muitas vezes estirado num sofá com o comando na mão a ver TV. Matei saudades da simplicidade mágica da arte de ser couch potato. Foi bonito.
Os dois J do Cão Azul (João e Joaquim) continuam a produzir t-shirts para a minha personagem, encomendadas pelo António-Pedro Vasconcelos. Eis um exemplo:

Bela máxima! Infelizmente, nos últimos tempos, só tenho conseguido pôr em prática a parte do "OUSA", porque em termos de "REPOUSA" não ando lá muito bem servido...
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http://abrupto.blogspot.com/2009/07/os-partidos-sao-responsaveis-pelos.html OS PARTIDOS SÃO RESPONSÁVEIS PELOS CRIMES DOS SEUS DIRIGENTES?
Sucedem-se os casos de polícia envolvendo personalidades que se tornaram conhecidas por via da política, em particular nos dois grandes partidos, PS e PSD, e num mais pequeno, o CDS. O PCP e o BE parecem até agora à margem dos casos com maior escândalo público. No conflito político, os partidos, umas vezes directamente, outras vezes de forma mais sub-reptícia, usam esses casos para se acusarem mutuamente de responsabilidade no que aconteceu. O caso mais estrondoso desse tipo de acusação, muito mais do que insinuação, foi a história da "roubalheira" que Vital Moreira quis usar na campanha eleitoral. O comportamento de Vital Moreira não teve efeitos eleitorais, mas não é claro até que ponto essa acusação engrossa outras do mesmo teor, numa mesma percepção pública de que os "políticos são ladrões", percepção essa que, acima de tudo em tempos de crise, ganha foros de uma evidência incontestável. Não me interessa aqui discutir se as acusações e suspeitas são ou não são verdadeiras, são ou não são provadas, nem apagar a presunção da inocência, que não está em causa no que digo. O que me interessa é saber se, nestes casos de polícia, envolvendo políticos do topo, caso venham a dar origem a condenações em tribunal ou revelem comportamentos eticamente inaceitáveis, se tem ou não tem sentido considerar comprometidos, logo também responsáveis, os partidos políticos. Saber se, por hipótese, todos os políticos de que se fala no caso Freeport, BPN ou do edífício dos CTT em Coimbra fossem culpados, que parte da culpa sobraria para os partidos políticos. Poder-se-ia atacar o PS pelo caso Freeport, o PSD pelo caso BPN ou dos CTT, o CDS pelos sobreiros e pelos submarinos? A minha resposta é sim, os partidos políticos individual e colectivamente têm responsabilidade naquilo que de ilegal fazem alguns dos seus altos dirigentes, em particular nos crimes que envolvem o exercício do poder, ou a influência adquirida pelo poder, porque não criaram no seu seio uma cultura de intransigência face a estes crimes, principalmente com todas as formas de tráfico de influência e corrupção, e convivem sem dificuldades com práticas que dão origem a verdadeiras carreiras que desembocam no crime. No actual estado de degradação das estruturas partidárias, em que a militância desinteressada e a adesão político-ideológica é quase irrelevante em relação à carreira aparelhística, os partidos no seu interior são verdadeiras escolas de tráfico de influência, de práticas pouco democráticas como os sindicatos de voto, de caciquismo, de fraudes eleitorais, de corrupção. É duro de se dizer, mas é verdade e nessa verdade paga o justo pelo pecador.  Um jovem que chegue hoje a um partido político por via das "jotas" entra numa secção e encontra imediatamente um mundo de conflitos internos em que as partes o vão tentar arregimentar. Ele pode esperar vir para fazer política, mas vai imediatamente para um contínuo e duro confronto entre uma ou outra lista para delegados a um congresso, para a presidência de uma secção, para uma assembleia distrital, em que os que já lá estão coleccionaram uma soma de ódios. Ele entra para um mundo de confrontação pelos lugares, que se torna imediatamente obsessivo. Não se fala doutra coisa, não se faz outra coisa do que procurar "protagonismo" e "espaço político".  Se se deixa levar, ou pior, se tem apetência para este tipo de vida, passa a ter uma sucessão de reuniões e começa a pertencer a uma qualquer tribo, herdando os conflitos dos dirigentes dessa tribo e participando do tradeoff de lugares e promessas e expectativas de carreira. Não lhe custa muito perceber que neste meio circulam várias possibilidades de ter funções cujo estatuto, salário e poder são muito maiores e com menos dificuldades do que se tiver que competir no mercado do trabalho, e tiver que melhorar as suas qualificações com estudos e cursos mais árduos. Por via partidária, ele acede à possibilidade de ser muita coisa, presidente de junta, assessor, entrar para uma empresa municipalizada, ir para os lugares do Estado que as estruturas partidárias consideram "seus" como sejam as administrações regionais de saúde, escolares, da segurança social. E por aí acima.  Veja-se uma biografia típica de aparelho partidário. Nascimento num meio rural, frequência de curso, abandono do curso "por funções políticas", nalguns casos terminado depois numa instituição de ensino superior privada sem grande reputação de exigência. Típica profissão, por exemplo, "consultor jurídico". Pouco depois de chegar às "jotas" já é chefe de projectos num programa público, por nomeação de um secretário de Estado da juventude (o delegado das "jotas" no governo), adjunto numa câmara muncipal, depois vereador . Como vereador dirige-se para os lugares de grande confiança política, urbanismo, candidaturas a fundos europeus, contratos-programa. Depois acumula com as empresas municipalizadas. Está a caminho de ser deputado, e eventualmente secretário de Estado numa área em que também é necessário a máxima confiança partidária, juventude, segurança social, comunidades. Ele sabe o que tem que fazer: gerir lealdades e obediências, empregar membros do partido em funções de chefia, subsidiar aquela instituição de solidariedade nacional "das nossas", "ajudar" o partido na terra X ou Y, a começar por aquela de onde vem.  Tudo isto ainda na faixa dos vinte, trinta anos. O grosso da sua actividade têm a ver com um contínuo entre o poder no partido e o poder na câmara municipal, ou no governo, um alimentando o outro. Com a ascensão na carreira, tornou-se ele próprio um chefe de tribo. Pode empregar, fazer favores, patrocinar negócios, e inicia-se quase sempre aqui no financiamento partidário e no perigoso jogo de influências que ele move. Como dirigente partidário ele é o chefe de um grupo que dele depende e que o apoia ou ataca em função dos resultados que tiver, em apoios, prebendas, lugares, empregos, oportunidades de negócios. Começa a enriquecer, a mudar o seu trem de vida. Já há muito que se habituou a ter carro, telemóvel, almoços pagos ou na função ou pela estrutura do partido que lhe dá um cartão de crédito para "trabalho político". Paga do seu bolso muito pouca coisa e conhece todas as formas de viver gratuitamente. Um amigo empreiteiro arranja-lhe uma casa a preço mais barato.  O seu prestígio social é nulo, mas o seu poder partidário cada vez maior. Entra nos combates partidários a favor dos seus e aliando-se com outros que considera de confiança, ou seja gente com o mesmo perfil. Como sabe que o seu "protagonismo" vem do seu poder interno, é a esse poder que dá a máxima atenção. Distribui favores e quem quiser um favor tem que falar com ele no seu território. É ele que interpreta as "bases", logo é ele quem deve escolher os deputados e qualquer nomeação governamental na sua área de influência tem que ter o seu beneplácito. Se a sua ascensão o leva ao topo do poder partidário, já não convive apenas com o empreiteiro local, mas com banqueiros, advogados de negócios e embaixadores. E os negócios em que entra são cada vez maiores.  O seu sentimento de impunidade é já total. Até um dia. E é nessa altura que alguns, muito, muito poucos, caem de um dia para o outro, embora ainda menos sejam condenados. E alguns deles, os mais populistas, ainda conseguem voltar a eleger-se, mantendo os mecanismos do seu poder. A justiça conta pouco, mas, de vez em quando, há um acidente de percurso. É exactamente porque os partidos políticos, a começar pelas suas direcções, pouco fazem para evitar este tipo de carreiras, ou porque não querem complicações (e esta gente é capaz de gerar enormes complicações) ou porque não podem (sentem-se impotentes e não tem nos partidos forças endógenas para a mudança profunda que é necessária), que têm responsabilidade nos crimes que se possam cometer no seu topo. Já não me refiro à sua base ou às estruturas intermédias, mas no seu topo. E assim é que se degrada a democracia. (Versão do Público de 11 de Julho de 2009.)
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http://www.bspcn.com/2009/07/12/7-iphone-apps-that-can-save-lives/
Written by Ben Parr
What can’t iPhone applications do? There are apps for almost every interest and every need. But while apps for politics or saving money are great, you can live without them.
However, the same cannot be said for the seven apps highlighted in this article. These apps do everything from check your vitals to getting you important first aid information during an emergency. Anything can happen, so it’s always best to be prepared. iPhones are particularly suited for this task, especially if you install some of these apps:
1. Airstrip OB
AirStrip OB is an iPhone app developed specifically for doctors in obstetrics, or doctors dealing with pregnancy and childbirth. It sends detailed information on a patient’s vitals so that they know the condition of their patient on the go. Push notifications means that doctors can get alerts if an event such as a cardiac arrest occurs.
Airstrip OB iTunes Store Link
2. CPR & Choking
While Airstrip OB may only be useful for doctors, CPR & Choking is useful to everyone. This free app, built as a public service by the University of Washington and King County EMS, houses an array of video demonstrations that help you know what to do if someone you know is undergoing a medical emergency or cardiac episode.
CPR & Choking iTunes Store Link
3. Close Call
Very simple. Very effective. Close Call is a free app takes your iPhone wallpaper and layers it with emergency contact information in case the worst happens.
Close Call iTunes Store Link
4. Pocket First Aid & CPR Guide
Similar to CPR & Choking, this app informs you of procedures for saving a person’s life, but this $3.99 application is definitely more extensive. It not only has videos to teach you how to provide first aid, but Pocket First Aid lets you create detailed medical profiles and contains up-to-date information from the American Heart Association.
Pocket First Aid & CPR Guide iTunes Store Link
5. iBP Blood Pressure
High blood pressure can kill you, plain and simple. Record a history of your blood pressure history with this $0.99 app. If you’re a diabetes sufferer, also check out Diabetes Log.
iBP Blood Pressure iTunes Store Link
6. Emergency Radio
An earthquake takes out the power. You get stuck in traffic afer hearing an explosion. Your building is evacuated and you don’t know why. We can think of a million reasons to have an emergency radio handy. For $0.99, you can have the emergency frequencies of almost all the major police and emergency departments in the U.S., as well as air traffic control.
Emergency Radio iTunes Store Link
7. Pet First Aid
People aren’t the only lives that matter. This sister app to Pocket First Aid could save your best friend with its guides, first aid videos, and vaccine tracking.
Pet First Aid iTunes Store Link
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http://abrupto.blogspot.com/2009/07/coisas-da-sabado-gripe-2.html COISAS DA SÁBADO: A GRIPE (2). A IRRESPONSABILIDADE Um dos principais factores para conter os efeitos mais perniciosos da pandemia da gripe é a prevalência de comportamentos da população destinados a minimizar os riscos de contágio. Ou seja, a não facilitar a vida ao vírus. Nos dias de hoje, a principal desses comportamentos é evitar que, aos primeiros sintomas suspeitos, se corra para um hospital ou um centro de sáude, em vez de telefonar. Seria interessante saber até que ponto essa instrução é cumprida, em particular pelas pessoas que estão socialmente nos vários patamares da classe média e que tem informação e literacias para a perceberem. É que os grupos de irresponsáveis que, ao mais pequeno esmorecimento dos noticiários sobre a gripe, tornaram a correr para o México para comprar um sombrero, não pressagiam nada de bom, a começar pelas classes “ilustradas”. Não sei se uma menina de poucos anos “que veio do México” e que é uma das doentes confirmadas com a gripe A, fez parte de um desses grupos de excursionistas mais recentes. Provavelmente tudo correrá bem, mas é um risco demasiado a pagar pela irresponsabilidade dos pais. *
Concordo integralmente com a análise que faz sobre o comportamento do Ministério da Saúde acerca da "pandemia" de gripe. A sua referência às questões sociais merecem alguns reparos. Deixo-lhe somente um: já tentou ligar para a Linha Saúde 24? Será que a estrutura, telefónica, está preparada para receber os numerosos telefonemas que se podem esperar? Ou será com outros exemplos das maravilhas tecnológicas, que saturam, ficam sobrecarregadas e impossibilitam o normal funcionamento e esclarecimento. O que fará o cidadão ? provavelmente correr para a unidade de saúde mais próxima ... Sabia que na 4ª feira era impossível ligar à Linha Saúde 24 através da Zon, em Coimbra? Questões importantes do ponto de vista individual e marginais, do ponto vista sociológico, mas que podem assumir relevante importância e contribuir para o aumento da sensação de crise.
(Alexandre Silva)
*
(...) Embora na vasta maioria das vezes me identifique com as suas ideias e pensamentos, não estou alinhado com os seus comentários ao desempenho do Min da Saúde no que diz respeito às medidas tomadas face à pandemia da gripe A. Gostaria de deixar aqui para sua apreciação algumas das minhas posições duma forma muito sucinta e breve. Em primeiro lugar penso que o estado Português (mais uma vez) foi muito lento em aceitar a situação de potencial risco em que vivemos. Esta situação reflecte-se na demora da pré-reserva de vacinas, a qual irá ter impacto no "timing" de disponibilização de vacinas ao nosso país.
Adicionalmente penso que o número de reservas (20 a 30% da população) demonstra igualmente uma despreocupação demasiada face ao que potencialmente temos pela frente. O Reino Unido reservou vacinas para 80% da população e a Suécia reservou 11 milhões de vacinas (a população são 8 milhões). Será que temos a bola de cristal e os restantes paises estão a esbanjar dinheiro, ou será que estamos a ser incompetentes face ao perigo desta pandemia. Conhecendo Portugal, bem como os outros 2 paises referidos arrisco-me a dizer que é a segunda hipotese que vinga.
Relembro que a gripe peneumónica de 1918/19 (60 milhões de mortos) teve como origem um subtipo do H1N1, o qual matou na sua maioria população entre os 20 e os 50 anos de boa saúde. Visto haver o risco do virus mutar durante o Verão, e aparecer diferente no Outono, será que não estamos a subestimar o que temos pela frente?
Deixo igualmente a mais importante das questões: poque é que NINGUÉM fala sobre estas questões e coloca pressão sobre o Ministério? Refiro-me a jornalistas, politicos, médicos, etc. Será que estamos condenados a um Reinado de Silêncio? (...)
(AM)
*
Pessoalmente, tenho uma visão diferente da “irresponsabilidade” que se atribui a quem está ir de férias para o México ou para Espanha: se a gripe vem aí em força dentro de algumas semanas, porque não apanhá-la já, enquanto é Verão e tudo se leva com mais facilidade, enquanto há poucos casos e todo o serviço de saúde está disponível; deixando-me imune e pronta a colaborar, na pior fase da pandemia, para manter a sociedade a funcionar? Cancelar férias para adiar o que é quase certo?
Irresponsabilidade é vir de um desses países e deixar um filho adoentado no infantário. Neste caso, acho que se justificaria um período de quarentena obrigatória, isso sim.
(Mónica Granja)
*
Faz bem em classificar as medidas de higiene como visando ganhar tempo.
Os seus leitores, porém, estão confusos. Remando contra a nossa tradicional inumeracia, proponho alguma contabilização do risco de morte com esta gripe:
· Número de casos detectados até dia 6: 94500; número de mortes: 429; taxa de mortalidade da doença: 0,45% (1 em cada 220 doentes). Dados da OMS disponíveis aqui: http://www.who.int/csr/don/2009_07_06/en/index.html
· Mortalidade anual, no mundo, da gripe vulgar: de ¼ a ½ milhão. Sim, a gripe vulgar mata! O meu sogro morreu das consequências de uma gripe “vulgar”, há poucos anos. Vd. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs211/en/index.html
· Taxa de mortalidade da gripe vulgar todos os anos: 0,2%, pelo menos: http://www.wrongdiagnosis.com/f/flu/deaths.htm
· Taxa de mortalidade da gripe de 1918: cerca de 10,0%. http://en.wikipedia.org/wiki/1918_flu_pandemic
Portanto, a nova gripe A é muito mais parecida com uma gripe vulgar (quiçá 2 vezes mais agressiva) do que com a gripe de 1918, que foi 50 vezes mais agressiva que uma gripe vulgar.
(José Luís Pinto de Sá)
*
Hoje noticia o "The Guardian" que o governo britanico prepara a implementação de uma medida que autorizará uma "baixa" com a duração de 14 dias sem necessidade de ida ao médico : Aguardo com curiosidade o que acontecerá neste país quando os centros de saúde entupirem e algo semelhante tiver de ser adoptado .
(Manuel Malha)
*
Um amigo meu médico, que foi Director de um Hospital há pouco tempo, acrescenta ao meu cálculo: o número de casos detectados que indico (94500) está decerto subestimado, porque nem toda a gente doente é diagnosticada como tendo esta estirpe viral, sobretudo em países fora da Europa e América do Norte.
Pelo que a respectiva taxa de mortalidade deve ser inferior ao número que indiquei (0,45%) e mais próximo ainda do da gripe vulgar.
Cumprimentos,
José Luís Pinto de Sá
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http://abrupto.blogspot.com/2009/07/coisas-da-sabado-gripe-repito-mais-uma.html COISAS DA SÁBADO: A GRIPE
 Repito, mais uma vez, mas é uma repetição merecida. Até agora o modo como o Ministério da Saúde tem respondido ao evoluir da pandemia de gripe parece-me exemplar. Sóbrio, informativo, com palavras certas e sensatas, sem ceder ao espectáculo mediático, nem à tentação, tão generalizada neste governo, de marcar pontos para a propaganda. É tão raro assistir a um trabalho sério e, acima de tudo, limpo, que não me canso de o elogiar. Claro que a verdadeira prova dos nove vai começar em breve, quando a gripe A for “a” gripe. O esforço de contenção do alastramento de um vírus deste tipo em todo o mundo é um feito da medicina moderna que permitiu ganhar tempo para melhor preparar a resposta. Essa contenção, insisto, única até agora de um vírus com esta capacidade de contágio, beneficiou muito dos planos de contingência que tinham sido feitos para a gripe das aves. Mas agora é que se vai ver a sério, quando se passar do micro para o macro. Vai-se ver a capacidade das instalações hospitalares, a “mão” que o governo terá sobre o evoluir da pandemia, cujos efeitos quando atingirem muitas centenas de milhares ao mesmo tempo, ainda estão por conhecer.
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http://feedproxy.google.com/~r/OsVelhotesDosMarretas/~3/3xOzuCZv0R4/juros-descem-spreads-sobem.html Uma das poucas consequências positivas da chamada "crise", que a maioria dos Portuguese poderia apreciar, seria a queda acentuada dos juros para mínimos históricos.
No entanto, é preciso não esquecer que estamos em Portugal... uma terra onde qualquer boa notícia tem que rapidamente ser aniquilada - não vá o povo ficar mal habituado!
E como tal, os Bancos (esses coitadinhos, que estão à rasca para sobreviver, independentemente de todos os milhares de milhões de lucros que têm ao longo dos anos) têm que aproveitar para repôr a justiça financeira e aumentar os spreads - ou seja, a parte que lhes vai directamente para o bolso.
Segundo as contas feitas pelo jornal Destak, uma aumento do spread de 0,5 para 2,0% pode representar um acréscimo anual de mais 1400 euros ( para o caso de um empréstimo de 150,000 Euros a 30 anos).
Mas pior que tudo, os bancos estão a usar alguns subterfúgios algo obscuros para aumentar o spread aos cliente que actualmente usufruem de condições mais vantajosas: tal como alegar que o cancelamento de um cartão de crédito, feito há anos atrás, é motivo para que percam o tal spread contratado inicialmente.
Mantenham-se atentos aos vossos extractos bancários e às vossas prestações da casa... que senão, sem darem por ela, começam a vê-la a aumentar, mesmo com os juros a descer!
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http://www.bspcn.com/2009/07/10/the-best-online-tools-for-personal-finance/ http://www.bspcn.com/?p=1043
Written by SHELLY BANJO

Consumers are paying closer attention to what they buy, how much they save, and where they invest. These resources can be a huge help. Even better, most of them are free.
It’s tougher than ever to plan your finances. But it’s also easier than ever to find help on the cheap.
There are a host of Web sites that help you lay out a budget and track your spending and investments. Some let you set up a plan for a long-term goal, like college or retirement, and others offer advice about where to put your money. And many of these services are free of charge.
To help you wade through all the choices, we scoured the Web to find some of the best online tools and got recommendations from personal-finance pros. Here’s a look at some of the best sites we turned up, in a range of categories.
1. Budgeting Your Money
The first and perhaps most effective step to managing your money online is signing up for basic budgeting sites such as Mint.com, from Mint Software Inc. of Mountain View, Calif., Wesabe.com, from San Francisco-based Wesabe Inc., or Geezeo.com, from Geezeo of Hartford, Conn.
These free sites offer tools to help you keep track of what you’re spending, how much you’re saving and how your investments are performing. You create an account, and the sites automatically aggregate all of your online financial data, letting you keep track of credit cards, home loans and bank and brokerage accounts all in one place.
To help you avoid bank or credit-card fees, these sites can alert you via email or text message when a bank account is low or when a credit card is approaching its limit. And the sites can slice and dice the information to help you budget better. For instance, they will automatically show you how much you spend in any given category, such as restaurants or gas stations, and can compare your spending habits with those of other users, so you can identify areas where you might need to cut back.
Some sites, such as Geezeo and Wesabe, also offer a social-networking element that allows users to share tips and advice on a range of money-management issues.
One big caveat: Many of these sites need usernames and passwords for your various online financial accounts to get access to your data, says Jim Bruene, founder of online-banking research company Online Financial Innovations and Finovate, a conference series showcasing online financial tools and companies.
Some sites, like Wesabe, allow you to download statements from your bank or credit-card company and then upload them manually. This can be more time-consuming but a comfort to those who don’t want to give up their passwords, Mr. Bruene says.
There are other caveats to consider when using the sites. For instance, Mint.com showcases advertisements of financial-services companies and shows ads based on your activity on the site. (If you spend a lot on restaurants and gas, for instance, the site may suggest a reward card tied to those kinds of purchases.) Critics say this may create a conflict of interest, since the site is ostensibly trying to help you save money.
Mint.com notes that users must deliberately choose to click on the “Ways to Save Tab” displaying the offers. Donna Wells, the site’s chief marketing officer, says that when users decide to accept an offer, they “save real dollars, the financial institution gets a new customer at a low cost of acquisition, Mint.com sometimes, but not always, receives a small referral fee from the provider. That’s how we keep the Mint.com service free.”
2. Creating a Financial Plan
Moving beyond simple budgeting, a number of Web sites offer tools to help users keep track of and plan for their complete financial life. Experts say this can be a good starting place for jobs such as assessing your retirement goals, and figuring out how to structure your investments, spending and saving to achieve them.
But the pros caution investors to consider carefully before accepting product suggestions and investment advice. “There will always be a group of hard-core self-directed investors who will try to do it all themselves, but we see most people using these sites as a warm-up tool to financial planning. If they want to seek something more rigorous, they will go to a financial planner,” says David Schehr, a research director with Gartner Inc.’s Industry Advisory Services.
With that in mind, here are some popular sites.
SimpliFi.net, from SimpliFi LLC in Winston-Salem, N.C., uses a virtual financial adviser named Sophie to guide you through a planning process based on financial goals, such as saving for retirement or reducing debt. The site assesses how much you should spend and save to reach your particular goal and tells you how likely you are to achieve it with a “Goal Point Average” ranging from A+ to F. (You don’t give the site any of your financial-account information, but you do have to input approximate balances.)
The site can provide details on how much you need to save over a certain period to reach your goals and offer recommendations on types of investments to consider. The site is registered with the Securities and Exchange Commission, which offers investors a measure of protection: Among other things, the site must comply with SEC rules for registered investment advisers and is subject to examination by SEC staff.
Another site, Planwithvoyant.com, from Voyant Inc. of Austin, Texas, helps investors forecast the impact of unforeseen events. Step-by-step wizards guide you through the initial preparation of a financial plan, such as identifying your goals and entering income information and expenses. Then charts and graphs show your current financial condition and allow you to test the financial effect of what-if scenarios, such as an unexpected pregnancy or an early retirement. You can also run simulations on how to mitigate those risks, say, by adding insurance or altering your investment strategy.
For specific questions and advice, you can reach out to Voyant’s online community forum or check in with a financial professional in your area. If you choose this free option, you’re presented with a list of local advisers, where you can check out their credentials and choose to ask one of them for feedback. (The site says advisers in this service must be registered with the Financial Industry Regulatory Authority, or Finra. They pay for subscriptions to the service, and offer help, as a way to drive new business.)
Investors can also try ESPlannerBasic (Basic.esplanner.com), from Boston-based financial-software company Economic Security Planning Inc., which offers a free plan developed by Boston University economics professor Laurence Kotlikoff.
You enter your current and projected salary, retirement age and savings, among other things. The site calculates your sustainable living standard and allows you to tinker with how much a job change, housing move or retirement-account contribution can raise or lower your living standard.
Then the program recommends annual amounts of discretionary spending, savings and life-insurance holdings. The program incorporates a lot of the nitty-gritty details other programs tend to leave out, such as federal and state taxes and future Social Security benefits. But the process can be time-consuming—it takes up to 30 minutes to fill out all the necessary information. What’s more, the basic version stores your plan for only 24 hours, so every time you want to run the simulation, you must input the numbers.
“As you add complexity, it takes more time and effort to use these sites, and most people only want to bite off as much as they can chew,” says Mr. Schehr of Gartner.
3. Tracking Investments and Getting Advice
A growing number of investors are flocking to Web sites that allow them to track their portfolios and compare their choices with others in the community, including financial gurus like Warren Buffett and Jim Cramer.
People are looking for truly objective advice, not suggestions from advisers who are making commissions off trades, says Ron Shevlin, a senior analyst at Aite Group LLC, a Boston research-advisory firm that focuses on the financial-services industry.
He points to SocialPicks.com, from FinancialContent Services Inc., a financial-data and business-news company in Foster City, Calif., and New York-based Covestor Inc.’s Covestor.com. These sites allow you to keep track of your own investments and compare your portfolio’s performance to that of peers, professional analysts and financial bloggers.
For instance, SocialPicks.com’s Blogtracker feature automatically tracks performance of financial bloggers, various Wall Street legends and professional analysts based on blog posts and other online information.
San Francisco-based Cake Financial Corp.’s CakeFinancial.com also allows investors to track investment portfolios but in addition lets them aggregate all of their portfolios in one place, analyze past performance up to 10 years and compare portfolios with other users.
Cake’s comparison tools look at your current investments and find similar replacement funds with lower fees and expenses. In addition, the site lets you create a watch list, or list of positions that you’re interested in tracking, by performance and the number of Cake users who are buying or selling.
What other people do isn’t necessarily right, but at least it gives people context to make a more informed decision, Mr. Shevlin says.
For investors who want more advice, Mr. Shevlin suggests Portfoliomonkey.com. At the site, from San Francisco-based Portfolio Monkey Inc., you enter your portfolio’s ticker symbols and number of shares, and the site analyzes your current allocation’s expected return and losses, based on analytics evaluating historical volatility and performance.
The site can help you reallocate your portfolio, or offer recommendations for stocks that have a low correlation with your portfolio and high expected returns. You can go through those stocks and see how adding them would affect the portfolio.
Mr. Shevlin cautions, though, that the site is fairly new. “It’s promising to provide guidance. Whether or not they can actually deliver that is left to be seen,” he says.
Jay Liao, co-founder of Portfolio Monkey, says, “There is a line between recommendations and investment advice, and that’s a line we don’t want to cross at this point, but there are suggestions we can make for a user’s portfolio that can be informative and data-driven.”
Mr. Liao says Portfolio Monkey is bringing analytics and simulation tools to investors that previously were available only to financial professionals. “At the end of the day, the user gets a more diversified portfolio that produces more return at lower risks,” he says.
4. Checking for Fraud
For investors spooked by recent financial scams and scandals, the Financial Industry Regulatory Authority offers tools to monitor stockbrokers and identify and avoid fraud.
At Finra.org/BrokerCheck, you can check the professional background of current and former Finra-registered securities firms and brokers, as well as find any regulatory complaints or customer disputes.
You can also see a listing of the broker’s current registrations, licenses or exams passed. The Securities and Exchange Commission offers a similar check for information about investment-adviser firms at Adviserinfo.sec.gov.
Finra.org/Investors/ToolsCalculators offers Risk Meter and Scam Meter tools, which walk you through a series of questions aimed at identifying vulnerable individuals and investments. For instance, the Risk Meter asks you if you have checked with a securities regulator to see whether an investment professional is licensed. Based on the responses, the tool offers suggestions on how to combat fraud.
Likewise, the site’s Scam Meter allows you to check if an investment is too good to be true, asking questions such as: How did you learn about the investment opportunity, and what have you been told about it? From your answers, the site offers warnings and advice.
“It’s not the most gee-whiz slickest thing out there, but it’s helpful for investors who are afraid of getting into investing because of recent scandals and the economic meltdown,” Mr. Shevlin says.
5. Keeping Track of Credit
With credit scores determining everything from car-insurance rates to getting a mortgage, “understanding and managing your credit score is incredibly important to your entire financial life these days,” Mr. Shevlin says. He suggests CreditKarma.com, “which offers a truly free score and advice on how to improve it,” he says.
You don’t have to give the site your credit-card information, as you do with a traditional credit bureau. But CreditKarma, from San Francisco-based Credit Karma Inc., will ask you for your address, phone number and Social Security number. (The site says it doesn’t store the number.)
Once you submit that information, the site will give you your score—but not the entire credit report—and show you how you stack up against other users in various categories, such as overall users, or those in your state or age group.
Starting tomorrow, the site will help users identify major influences on their score, such as credit-card utilization and on-time payment history. The site uses scores generated by credit-reporting bureau TransUnion LLC.
Mr. Shevlin cautions users to be prepared to see credit-card and other product offers on the site. But he notes that users can rate the offers on whether or not they are helpful, and the site adjusts ad placement based on feedback.
6. Managing Loans
One site claims it can smooth out a potentially tricky financial arrangement: borrowing money from friends and family.
Virginmoneyus.com, operated by Virgin Money USA, in Waltham, Mass., a Virgin Group company, lets you use the site to create formalized personal loan documents that set interest rates and repayment plans. The site can also manage repayment using electronic funds transfer, email reminders and year-end reporting.
The cost: $99 to $199. The company also offers the service for business, real-estate and student loans, for various prices.
Virgin Money claims that formalizing loans increases the chance of repayment. Note, though, that it won’t lend money or match you up with a lender. The site only manages the loan between you and someone you have already identified, such as your grandmother or college buddy.
–Ms. Banjo is a staff reporter for Dow Jones Newswires in Jersey City, N.J. She can be reached at shelly.banjo@dowjones.com.
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http://asombradospalmares.blogspot.com/2009/07/luis-carlos-patraquim-jose-craveirinha.html Luís Carlos PatraquimJOSÉ CRAVEIRINHA Do meu amigo chegarão as flores e os vaticínios a dog starv’d at his master’s gate predicts the ruin of the StateTanjarinas! E de mulheres mil Um Nome, Ou a pátria, Rendilhada cortina Que a usura pui, E o cós da angústia No blazer que a Noite em verbo nua anverso da máscara Convocando Xipokwés e géiseres e as aprazíveis praias onde Ulisses Aportou, Do meu amigo chegarão as flores Ai, deus, e u é? [321]
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